

Não quero ordenar estes. Se calhar nem o devia ter feito com os outros do Top 10. Apenas quero dizer que As sete bolas de cristal foi o meu primeiro álbum do Tintin e de BD e que a história me maravilhou (acho que ainda nem sabia ler). O meu pai apareceu com o livro lá em casa...
Um pouco mais tarde comecei a conhecer o Hermann através das séries do Tintin: Bernard Prince e depois Comanche. Assisti a pouco e pouco à evolução do seu desenho - que invejava e invejo! - e que hoje atingiu níveis de pura pintura. Está-lhe no sangue.
Ainda mais tarde conheci Gaston, edição francesa é claro: Des gaffes et des dégats. Fiquei logo cliente dos desenhos magnificamente expressivos de Franquin e dos seus gags delirantes. Alguns eram de me fazer ir às lágrimas!!! Onde é que ele vai buscar aquilo tudo?
Já grande (muito grande) descobri que a BD podia não ser só desenho; descobri argumentos de elevada qualidade - a BD na sua maioridade. Isso aconteceu com François Bourgeon. Até hoje não li história mais maravilhosa, mais poética, mais... verdadeira do que Os companheiros do crepúsculo! E depois também li Os passageiros do vento e fiquei com a mesma impressão. É uma sensibilidade especial, uma Never Ending Story...
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