Roubar ao tempo as asas de voar
Tão baixo e rente que voar não chegue
Ao vão voar das asas quase cegas
Onde voar é sempre um quebrar de asas?
Ou afundar-se mais e mais que água
Das nuvens altas, entre nada e nada?
José Augusto Seabra
Já conheçe a nossa newsletter semanal? Receba ao fim de semana o que melhor aqui se falou nos outros dias. Com base na popularidade dos artigos e no nosso criterio editorial, somente o melhor, ao sábado! Assine já!
Os comentários a este artigo são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não veiculam a opinião do obvious sobre as matérias em questão.