Não, não se trata de montagens...
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o primeiro caso é só incompetência (ou alguma instalção neo-surrealista que passou ao lado do mundo), o segundo é um óptimo exemplo da funcionalidade bem adaptada e até (arrisco) do belo: os sintomas contidos do elogio da máquina no interior.
c em 7 de abril de 2005 às 18h26