
A frase é maliciosa mas ajusta-se bem. Tomás Taveira está de volta. Depois de o julgarem acabado ele voltou com os projectos dos estádios para o Euro, com o Palmela Village e agora com o Centro de Artes da Covilhã. E sempre igual a si próprio: as cores exuberantes, as formas livres e arrojadas... Ele sabe que é isso que se espera dele e não desilude.
Pessoalmente não gosto. Já aqui falei sobre a sua arquitectura e não tecerei mais considerações, pois ele continua igual a si próprio. Hoje direi apenas que me incomodam e decepcionam todos aqueles que se instalam num estilo como se de um receituário se tratasse, como o faz Taveira e muitos outros arquitectos, pintores, músicos, escritores...
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