
Quando era professor na Escola de Belas Artes do Porto Fernando Távora por vezes oferecia aos seus alunos uma cópia autografada de um desenho seu. Eram desenhos de viagem, quase sempre colhidos em locais clássicos, cheios de história, muitos deles em Itália. O seu traço era muito elegante, quente até; era o de alguém que via os monumentos históricos não com um olhar meramente curioso ou analítico mas de quem os admirava profundamente.
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