O passado da tecnologia #1
Gostaria de dar o meu pequeno contributo para onda de nostalgia que por aqui tem passado uma vez e outra... Em 1983 podia ler-se isto:
O futuro dos discos LP pode residir no disco digital, em que os sulcos microscópicos são tocados por um estilete laser. Um vez que o estilete não toca a superfície, o disco não está sujeito a desgaste. O disco digital tem 11,5 cm de diâmetro e contém uma hora de gravação em cada face. O disco é produzido por um processo aperfeiçoado da prensagem mecânica usada para fazer os vulgares discos de gramofone. O gira-discos é mais pequeno que um disco LP e poderá no futuro ser transportado no bolso de um casaco.

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1 comentário
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Um dia...
Já há algum tempo, estava eu com o meu filho que teria na altura uns 10, 12 anos, a fazer umas arrumações, quando demos com os meus vinis, que substituídos pelos cd’s estavam devidamente embalados e seguros longe da vista e da mão, mas perto do coração (ahahahha).
O João acha piada aos discos, até porque tinha alguma da música que na altura escutava, e pede para os ouvir.
Ok. Toca de pôr o toca discos a funcionar e deixá-lo entregue aos vinis
Pouco tempo depois aparece ele espantado. Tinha descoberto que os vinis tinham DOIS lados e que ambos tocavam.
Ele, da geração dos CD’s, não sabia, nem tinha que saber. Eu é que devia saber que lhe tinha de explicar isso.
Este relato não tem piada, mas sempre que me falam de vinis, vem-me à memória uma frase batida
Adoro o teu blog
:)
Papo-seco em 4 de novembro de 2005 às 14h44