
O Times publicou recentemente um artigo curioso sobre empatia, relatando um caso de uma menina que partiu uma perna e ficou imobilizada na margem da estrada. Diversos condutores passaram, mas nenhum parou e ajudou a menina, num verdadeiro acto de compaixão.
Segundo o artigo, todos sentem empatia, mas o problema reside no facto de agirmos, ou não, num determinado momento e ou situação. Numa sociedade cada vez mais individualista e competitiva, o nosso cérebro é influenciado pelo ambiente que nos rodeia, doseando a empatia que sentimos e subsequentemente os actos de compaixão que praticamos. Todo o processo é, no entanto, algo que se obtém pela sua prática corrente... num ambiente cada vez mais ligado pela distância das novas tecnologias de informação, que futuro nos espera? Toda a nossa base de evolução e sobrevivência como espécie, assentou, precisamente, no sentimento da empatia e nos actos de compaixão, permitindo-nos sobreviver e prosperar.
Para os que procuram informação mais aprofundada da neurociência da empatia, fica um artigo sobre a matéria.
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