Cinema pintado #2

É impossível ver Barry Lyndon e não imaginar estes quadros. As paisagens, os interiores, os personagens, tudo daqui saiu. Falei ontem de alguns autores e das suas obras; hoje mostro-as ao som de uma das músicas mais emblemáticas do filme e que acompanhava Lady Lyndon na sua melancolia...
Schubert, Trio para piano em Mi b









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6 comentários
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Coloquei aqui um comentário para ilustrar o estudo do barroco. Não chegou cá?
Catequista Complicado em 24 de janeiro de 2007 às 21h38
Bom blog.
Visite o nosso em
www.callingeurope.blogspot.com
Europe Calling em 25 de janeiro de 2007 às 00h11
É, eu tinha cá vindo, pelos vistos foi defeito do computador donde comentei. Já não consigo reconstituir o comentário, mas acabava recomendando, àquele leitor que buscava um filme que ilustrasse as suas aulas sobre o barroco, o fantástico «Ligações Perigosas» do Stephen Frears, e o «Valmont», do Forman.
Catequista Complicado em 25 de janeiro de 2007 às 22h08
Seven, este comentário chega um ano e tal atrasado, mas é que só agora vi isto nos relacionados do post do Jr sobre o Hitchcock.
Filmes que para mim são os que mais se aproximam da ideia de pintura. Tarkovsky "Nostalgia" e "Stalker".
Bergman "Fanny & Alexander".
E um filme que eu punha num museu a passar sem parar porque é uma hiper obra de arte em imagem (e som, também, já agora, embora isso não venha a propósito): "Mãe e Filho" do Sokurov.
sao em 13 de março de 2008 às 20h39
Sim. O "Nostalgia" é belíssimo, pura arte visual. Eu acrescentaria mais alguns cuja cinematografia é, quanto a mim, de excelência e se torna na imagem de marca do filme (ou o contrário: "Interiors", de Woody Allen, "Rumble Fish" de Francis Coppola e "Bagdad Cafe" de Percy Adlon. E há mais, muitos mais. Ora diz lá ;)
seven em 13 de março de 2008 às 21h56
seven em 13 de março de 2008 às 22h21