Obra derradeira

O Requiem de Mozart, composto em 1791, foi a sua obra derradeira. Tornou-se controversa porque até aos nossos dias não se sabe até que ponto estaria acabada à data da sua morte nesse mesmo ano ou não teria sido concluída por outra pessoa. Seja como for, é uma obra paradoxal porque é triste e séria ao contrário do tom jovial e quase infantil da maioria das suas composições mas a sua beleza é extraordinária. Ouvi-la hoje, no aniversário do seu nascimento, é mantê-lo vivo.
Wolfgang Mozart, Requiem KV 626 - Lacrimosa
Guarde ou partilhe este artigo
Faça parte da nossa comunidade. Receba o obvious da melhor forma.
* EMAIL semanal com o melhor da semana ou
EMAIL diário.
* Assine o nosso
feed de RSS ou
twitter.
artigos relacionados
7 comentários
hfm em 27 de janeiro de 2007 às 09h47
Não é o meu preferido, mas é digno da minha total admiração.
E pronto, bom f-d-s.
Dina em 27 de janeiro de 2007 às 13h00
Bárbara Quaresma em 27 de janeiro de 2007 às 16h24
O Requiem NÃO foi acabado por Mozart. Ele morreu antes de o poder fazer. Isso é certo e seguro. A versão que hoje em dia mais frequentemente ouvimos (da qual faz parte o "Lacrimosa" aqui apresentado) é a completada pelo seu aluno Süssmayr.
Pianoman em 30 de janeiro de 2007 às 18h30
Sim, também sei desse facto embora não tenha encontrado nada que garantisse a sua veracidade. Tanto quanto consegui saber há apenas conjecturas...
seven em 30 de janeiro de 2007 às 20h01
Pedindo antecipadamente desculpas por discordar, digo que em relação ao facto de Mozart ter terminado ou não o Requiem não há conjecturas. Facilmente se consegue ao fragmento de partitura que Mozart efectivamente escreveu. Eu tenho-a (pdf). Ele apenas escreveu completamente a 1ª e 2ª partes (o requiem e o kyrie). Como exemplo posso dizer que em relação ao lacrimosa só escreveu 8 compasso. Em outras partes escreveu apenas alguns instrumentos.
Pianoman em 19 de fevereiro de 2007 às 01h43
Não sabia disso e agradeço-lhe o esclarecimento. Não precisa de pedir desculpa por discordar; está no seu pleno direito. Obrigado e volte sempre
seven em 19 de fevereiro de 2007 às 11h17
Os comentários a este artigo são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não veiculam a opinião do obvious sobre as matérias em questão.