Sintonia do casal - objectos conciliadores

Um cigarrinho a dois é sempre um bom presságio.. ou não.
Um dos pilares da sintonia de um casal é a capacidade da partilha que ambos devem possuir... ou não. Pode também dizer-se com toda a justiça que, partilhar alguns objectos, dado a intrínseco egoísmo humano, mais cedo ou mais tarde levará aquela discussão mais acesa. A proposta louca deste autor passa por assumir, sem complexos, que certas coisas para serem partilhadas deveriam ser diferentes. Possuir uma característica que, por exemplo, permitisse a sua utilização simultânea! porque não?
(meu Deus, vê-se cada uma)




Já conheçe a nossa newsletter semanal? Receba ao fim de semana o que melhor aqui se falou nos outros dias. Com base na popularidade dos artigos e no nosso criterio editorial, somente o melhor, ao sábado! Assine já!
Guarde ou partilhe este artigo
artigos relacionados
5 comentários
Esta é a sintonia do amor!
Com certeza, o cara que inventou esses artefatos compartilhados devia estar apaixonado.
Pim em 27 de abril de 2007 às 18h04
Olá Jr.
Interessante esta abordagem, eu conheço pessoas que agem assim. Eu, acho que nunca (ou quase)! Objetos? Só compartilho a Lady Jane (minha cama) com o Szafir, acho que meu egoísmo é extremo. Momentos? Sempre! Quanto ao cigarro, não sou da turma, mas achei esta foto muito legal, o pessoal tem criatividade pra esbanjar... Abraço!
Claudinha em 27 de abril de 2007 às 19h11
Rodrigo Cabrita em 27 de abril de 2007 às 19h43
Egoísmo realmente é um dos grandes males do mundo. Se o objetivo era passar essa idéia, aos mais sensíveis ele conseguiu, embora de fato pareça mais uma brincadeira. Isso sem pensar que o fumar compartilhado é se matar em conjunto. Romeu e Julieta. Fico com o vinho e uma boa companhia.
http://erotico.blog-se.com.br/
Carlos Zev Solano em 27 de abril de 2007 às 23h32
socorro.....:-) Eu adoro a LIBERDADE!!!!! :-)))
Sandra Leite em 28 de abril de 2007 às 03h34
Os comentários a este artigo são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não veiculam a opinião do obvious sobre as matérias em questão.