Misty

Em 1954 o pianista Errol Garner compunha um dos seus temas mais famosos de sempre: Misty. Apesar de ser originalmente um instrumental recebeu algum tempo depois uma letra, da autoria de Johnny Burke, de modo a poder ser cantado. Esta simples alteração deu uma nova dimensão ao tema que conheceu grande projecção na voz assombrosa de Sarah Vaughn. Misty tem sido interpretado posteriormente por diversos pianistas, cantores e grupos de jazz, permanecendo ainda hoje um standard belíssimo e incontornável.
Misty - interpretação de Ella Fitzgerald (gravação de 1960)
Look at me, I'm as helpless as a kitten up a tree
And I feel like I'm clingin' to a cloud
I can't understand
I get misty just holding your hand
Walk my way
And a thousand violins begin to play
Or it might be the sound of your hello
That music I hear
I get misty the moment you're near
Cant you see that you're leading me on?
And its just what I want you to do
Don't you notice how hopelessly I'm lost
That's why I'm following you
On my own
When I wander through this wonderland alone
Never knowing my right foot from my left
My hat from my glove
I'm too misty and too much in love
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10 comentários
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Eu amo esta música. Apesar de não ser da minha juventude, de ser da época dos meus pais, meu amor cantou-a para mim e dançamos assim, apaixonados...
Beijo.
Claudinha em 19 de junho de 2007

Grande standard da canção americana, apresentado em massa aos brasileiros na trilha sonora de "Estúpido Cupido", de Mário Prata, na época em que a rede Globo entregava a trilha de suas produções a gente como Guto Graça Mello.
...de pensar que Errol a não sabia nada de notação musical
Manellis em 19 de junho de 2007

Muito bom gosto, Claudinha. A boa música é intemporal...
seven em 20 de junho de 2007

Sim, é linda a musica....
estamos a dar essa música (MISTY) no conservatório ...
é fora do comum....
é linda mesmo!!!!
great musical!!!!!
Tonito em 6 de março de 2008

Essa é sem dúvida uma das melhores canções que já ouvi em toda a minha vida.Comparo-a a cações como "as time goes by" entre tantas outras que fazem o espirito se elevar nos trazendo um sentimento de paz,trazendo consigo a maravilha de como deve ter sido bom viver em tal época.
Rodrigo Caetano em 30 de junho de 2008

Desde muito jovem lido com arte cultura. Costumava ficar passando texto sozinha no Teatro, ao som de "Misty". Minha mãe , pianista, tocava sempre e o mais interessante, é o fato de nunca cansar de ouví-la. É como se todo o resto paresse p/ não ferir sua imortal beleza. Sem dúvida o autor teve um encontro com Deus quado a estava compondo.
Lêda Nascimento em 22 de setembro de 2008

Essa obra-prima - música e letra - é uma das canções mais marcantes de todos os tempos. Quem gosta de jazz sabe o que ela significa. É densa, mas flui numa leveza que salta aos ouvidos. Gosto de todas as gravações, como a de Dianne Reeves, Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald. Tempos atrás, descobri a regravação impecável de Liane Foly, uma das maiores cantoras francesas da atualidade que mistura chanson com jazz e blues. Com ela, Misty tem um solo inicial de 8 minutos de piano, que é algo sublime. Vale conhecer e, para quem não possui o disco, às vezes encontrado na FNAC, é possível baixar essa versão pela internet.
José Roberto Luppino em 29 de outubro de 2008

Realmente, esta música é extasiante para os corações
apaixonados... principalmente na voz incomparável
de Johnny Mathis.
Gilberto em 26 de janeiro de 2009

Acho que está na hora de começar um movimentos que considere de Patrimônio Mundial as grandes composições (especialmente) de jazz, como MISTY.
Alguém precisa deixar claro que música é, acima de tudo, ARTE MAIOR. Composições como esta MISTY, e vou citar algumas brasileiras como AQUARELA BRASILEIRA E RANCHO FUNDO (ARI BARROSO) EU SEI QUE VOU TE AMAR (JOBIM/VINÍCIUS; Música francesa, Tango argentino, boleros mexicanos etc, etc, etc, etc ..... são patrimônios da Humanidade. Falo isto para fazer uma diferença entre a blabúdia musical de hoje e no mundo todo e ESTAS OBRAS DE ARTE, DE BOM GOSTO.
Newton Alfredo Ribeiro de Noronha em 15 de maio de 2009

Acho que já foi tudo dito àcerca deste fabuloso tema.
Apenas acrescento que com os meus 80 anos de idade,não me canso de o ouvir. Parto de imediato para
nova audição. D.Correia
Diamantino Correia em 2 de junho de 2009