A tentação

Namoravam há mais de um ano. Ele era um excelente rapaz, com um futuro promissor; ela era bonita, inteligente e prendada. Gostavam muito um do outro e todos diziam que faziam o par ideal. Pensaram então em casar. Tanto os pais dele, como os pais dela, como até os próprios amigos aplaudiram tão sensata decisão. Apenas uma nuvem no horizonte: a irmã mais nova dela. Com 20 anos, a rapariga adoptava poses provocantes na frente dele - chegava-se muito perto, abaixava-se quando usava mini-saia, estendia-se no sofá de modo insinuante...
Um dia ela pediu-lhe para a ajudar a enviar os convites de casamento. Estava sozinha em casa quando ele chegou. Pouco depois sussurrou-lhe que tinha pena que se fosse casar dentro em breve e confessou que se sentia atraída por ele, que tinha até desejos dele. Perguntou-lhe então se não queria fazer amor com ela antes de ficar para sempre amarrado à sua irmã. O rapaz ficou em estado de choque. Ela continuou, impávida, dizendo: Vou para o meu quarto. Se realmente estás interessado vem ter comigo. E, dito isto, subiu as escadas. Quando chegou ao patamar despiu as cuecas e atirou-as cá para baixo.
O rapaz assistiu a toda a cena de boca aberta, incapaz de dizer uma palavra. Aquilo não podia estar a acontecer! Ficou paralisado durante alguns momentos. Depois dirigiu-se para a porta, abriu-a desajeitadamente e correu para o carro que estava estacionado em frente de casa. Cá fora estava o seu futuro sogro que, de lágrimas nos olhos, o abraçou, dizendo: Estou muito feliz que tenhas resistido à tentação e passado neste pequeno teste. Desculpa, mas tinha de ser... Agora tenho a certeza que és o marido ideal para a minha filha. Bem vindo, meu filho!
Moral da história: guarda sempre os preservativos no carro.
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17 comentários
Está claro que o rapaz não era português! Ou tinha cinco anos?
Mateus em 15 de julho de 2007 às 00h37
Seven,
Muito boa! Eu guardo tudo que levo comigo no carro, pois onde eu estiver, o carro estará junto. Mas se isso acontecesse há uns trinta anos atrás, o sogro teria cortado o pescoço dele. :-D
Abraços e sucesso,
Nelson Corrêa em 15 de julho de 2007 às 03h34
hahahahahahahahaha
não sei se me mato mais de rir da história ou do comentário do Mateus... hahahahaha
prill em 15 de julho de 2007 às 05h03
Marco Rodrigues em 15 de julho de 2007 às 10h24
prill,
A tag é "Humor". Por isso comentei brincando também. ;)
Mateus em 15 de julho de 2007 às 23h26
...e humor com humor se paga! ;)
seven em 15 de julho de 2007 às 23h33
Apesar de ser bem divertido, a moral da história é para se levar a sério, certo Mr. Seven?
bjs
Sandra Leite em 5 de agosto de 2007 às 18h34
Cada um sabe de si, Ms. Sandra... ;)
seven em 5 de agosto de 2007 às 21h48
e o rapaz a pensar!... : Ora pois, vim ao carro pegar as camisinhas, e logo agora me aparece o sogro. Que azar o meu sogro. Se estivesse no Brasil isto nao teria me acontecido.
sebastiao em 17 de agosto de 2007 às 17h53
e uma situçao mt ma . ..
espero k n m akontaxa
pekena em 23 de setembro de 2007 às 14h48
o que faria se voce se nao tiver carro.
moacir medeiros em 9 de outubro de 2007 às 04h19
Sem sombra de dúvidas o comentário do Sebastião é bastante apropriado!!!
billy mao em 24 de novembro de 2007 às 13h08
Chamonix_ em 18 de janeiro de 2008 às 21h36
Rapaz qd eu li q a moça tirou a cueca eu quase vomitei, ta louco mulher usando cueca q nojo, acho q o cara correu foi dela mesmo!!
Ela podia estar usando uma calcinha, mas uma cueca nao da pra aceitar nao!!!!
celso em 5 de fevereiro de 2008 às 19h13
Celso, espero que não esteja sendo irônico. Calcinha, em Portugal, se chama cueca. Então não se preucupe, vc pode usar as da sua mulher também ;P
Eduardo Lessa em 12 de fevereiro de 2008 às 10h44
seven em 12 de fevereiro de 2008 às 21h03
então eduardo isso quer diser que vcê usa bastante calsinhas" sem preconceitos ok!!'
antonio alves em 14 de julho de 2008 às 02h27
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