Ao som de La Gazza Ladra, de Rossini, assistimos à transformação completa de um bloco de edifícios sombrios num espectáculo de cores vibrantes. A metamorfose é protagonizada por milhares de litros de tinta que explode literalmente como foguetes em dia de festa. Não é nenhuma performance artística; é apenas um anúncio do novo écran Sony Bravia.
Este anúncio tem passado pelas televisões de todo o mundo a par com outros que publicitam as virtudes cromáticas do novo écran. Todavia este foi não somente o mais espectacular como talvez o mais complexo de produzir. Não deixa de ser curioso que, em plena era digital, uma empresa líder de tecnologia como a Sony tenha utilizado meios físicos quase rudimentares - latas de tinta e explosivos - para criar este anúncio. Irónico.
Na verdade os recursos humanos e logísticos envolvidos neste mega-projecto são impressionantes: 70000 litros de tinta, mais de 700 bombas de vários tipos (morteiros incluídos), 358 metros de solda, 330 metros de tubo de aço para o lançamento dos morteiros e 57 quilómetros de fio de cobre. O resultado é deslumbrante e certamente ficará para a História como um dos grandes anúncios de sempre. Obrigatório (re) ver.
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É por eu falar de coisas antigas que tenho os olhos fechados?
Talvez ter os olhos abertos seja uma virtude, não tão grande como saber manter a boca fechada.
seven em 15 de dezembro de 2007 às 14h46
Velho ou novo, não conhecia e gostei de ler e ver as imagens.
Quem gosta, óptimo, quem não gosta, novos posts virão com assuntos mais ou menos actuais, estou certo.
Há coisas que são intemporais.
Obrigado pelo seu comentário, Hugo. Volte sempre
seven em 15 de dezembro de 2007 às 15h49
Por isso se diz: as panelas velhas é que fazem boa sopa.
E um bom Vinho do Porto velho (ou aguardente ou whisky, para os apreciadores).
E não são os velhos que têm a mística da sabedoria?
Também eu estou a envelhecer, e não acho que perco o valor :).
Por isso se diz: as panelas velhas é que fazem boa sopa.
E um bom Vinho do Porto velho (ou aguardente ou whisky, para os apreciadores).
E não são os velhos que têm a mística da sabedoria?
Também eu estou a envelhecer, e não acho que perco o valor :).
Oh carago, Marco, já falei do Mozart e também do Bach... :(
Vdias: porque não faz os pagamentos directamente ao obvious? Passamos recibo.
Lindenberg: tem a certeza? Podia indicar-me qual a obra do Rossini?
seven em 16 de dezembro de 2007 às 11h59
O Rossini não é aquele do "barbeiro de sevilha"? Nunca lá fui confirmar. Não preciso, né?
Johann Strauss filho é que foi o "rei da Waltz". Numa próxima colocas aqui o "danúbio azul" para a malta dançar, okay?
Dina em 16 de dezembro de 2007 às 12h21
La Gazza Ladra
Lindenberg em 16 de dezembro de 2007 às 22h05
Obrigado, Lindenberg. Vou corrigir.
Abraço
seven em 17 de dezembro de 2007 às 00h06
paradoxalmente incrível,
na era da tecnologia, com um produto de alta tecnologia, nao esperava que sua campanha fosse dessa forma, realmente me supreendeu!
excelente!!!
fabio em 6 de janeiro de 2008 às 18h49
Sim, Fábio, foi isso também que me impressionou, para além da beleza do vídeo, claro. Parece que o digital ainda não resolve tudo... ;)
seven em 6 de janeiro de 2008 às 22h04
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