os mundos de fantasia de Jacek Yerka

Jacek Yerka é um Polaco com 55 anos que muito cedo começou a sua incursão pela área artística. Oriundo de uma família virada para as artes - ambos os pais frequentaram a Academia de Belas Artes - toda a sua infância esteve rodeado de materiais que cativaram a sua atenção para o desenho e pintura. As suas primeiras memórias de infância são unicamente esboços, cheiro de pinturas, tinta, papel e pincéis.
Mesmo antes de tornar oficial o legado de seus pais e enveredar por uma carreira na Academia, Yerka trilhou o seu caminho como um autodidacta. Influenciado pelos seus pais e pelas correntes modernas da Pintura - desde o impressionista ao abstracto - foi fortemente marcado por Cézanne e Klee.
Apesar das influências, as grandes fontes de inspiração de Yerka continuariam sempre a ser as lembranças de infância - os lugares, sentimentos, fragrâncias e as técnicas dos anos 50 - juntamente com uma imaginação que cedo se mostrou ter uma forte personalidade.
Conheçamos os mundos de fantasia de Jacek Yerka.











Conheça todo o fantástico universo de Jacek Yerka
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36 comentários
Visualmente agradável. Temáticamente vazio, oco.
Quero dizer, olhamos e pensamos: "É lindo!". Mas, e depois desse primeiro olhar? O que pretende dizer o pintor com o vulcão caracol, a casa àrvore, etc.?
Já li noutro local uma tentativa de explicação artística dos quadros de Jacek Yerka. Era tímida, exitante e contraditória, e referia-se não a um pensamento global mas à discrição de cada quadro, isoladamente. Não me convenceu!
Mais vale apreciar apenas o traço firme mas suave, as cores intensas e contrastantes, a imaginação fértil das formas expressa nas telas.
No fim de contas, "Qualquer fim moral, quer dizer, de interesse por parte do artista, mata todas as obras de arte", disse Stendhal.
Mateus em 10 de janeiro de 2008 às 22h38
Acontece isso com todo o Surrealismo. Pessoalmente nunca fui grande fã, tirando o Magritte ou o Ernst, nem aprecio especialmente o Dali. Foi importante em dada época mas hoje talvez já não faça muito sentido.
seven em 10 de janeiro de 2008 às 23h56
Pronto, mas há quem compre... e por balúrdios!
CJGil em 11 de janeiro de 2008 às 03h34
" Visualmente agradável. Temáticamente vazio, oco.
Quero dizer, olhamos e pensamos: "É lindo!". Mas, e depois desse primeiro olhar? O que pretende dizer o pintor com o vulcão caracol, a casa àrvore, etc.? "
Não pode ser simplesmente porque é visualmente agradável? Tem de ter uma temática adjacente porque ? É obrigatório ?
Penso que a ideia é a de simplesmente nos tirar do quotidiano e nos levar mais longe, obriga-nos a exercitar a mente o ver o mundo de uma outra maneira.
É simples, faz-nos sonhar. Não percebo porque têm de ter algo mais.
md em 11 de janeiro de 2008 às 13h50
Sempre achei patético quando um abstraccionista tenta explicar por palavras o inexplicável.
Pessoalmente acho que se um quadro nos faz parar 3 segundos para olhar,
então já valeu a pena.
Alberto Nogueira em 11 de janeiro de 2008 às 18h41
Também não sou fã do surrealismo (acho Dali agressivo), mas vejo a importância do movimento. O próprio incômodo gerado por ele é importante. Não teria um Dali no meu quarto; com certeza teria pesadelos. Não é o caso de Jacek Yerka, o que vejo como ponto positivo. É surrealista, sim, mas é agradável e positivo, colorido e alegre.
Conseguiria interpretar qualquer um desses quadros de maneira profunda e convincente. O que significaria a casa alada, o castelo a esvair-se com o vento? Poderia escrever uma dissertação sobre cada... Mas seria um significado pessoal, para mim somente. Para o artista, não tenho a menor idéia o que esses pensamentos expressam. Mas o que importa? A arte precisa ter um sentido global? Precisa necessariamente representar algo definido, entendido por todos? Será que o que importa não é o sentimento diferente que ela desperta em cada um?
Aline em 11 de janeiro de 2008 às 21h16
md e Alberto. As questões que levantam são pertinentes. Se a Arte (com maiúscula) deve ter essa componente que é a fruição estética - gostar ou não gostar - sim, deve, mas não é o que lhe dá esse estatuto. Quanto ao resto eu diria que é uma questão de exigência pessoal. Não é obrigatório ter um "temática adjacente" (eu chamar-lhe-ia "profundidade do conteúdo") mas ajuda a qualificá-la: arte boa, arte má, arte assim-assim.
Não sei se me fiz entender.
seven em 11 de janeiro de 2008 às 23h44
Até Uma fotografia publicitária de "lingerie" da modelo Marisa Cruz tem uma "temática adjacente" (Compre, use, consuma, etc) e faz-me parar mais de 3 segundos para olhar (muito mais!). Mas, podemos cosiderá-la Arte com 'A' grande?!
;)
Mateus em 12 de janeiro de 2008 às 12h13
Exacto. É a qualidade da "temática adjacente" que caracteriza a "arte": se é ou não é e se é boa ou má. Na minha humilde opinião é o significado, muito mais do que a forma, que lhe outorga o estatuto artístico e a medida desse mesmo estatuto.
Quem diz Marisa Cruz diz Angelina Jolie (exemplo ao acaso)...
seven em 12 de janeiro de 2008 às 15h03
Perdoe discordar das críticas ao surrealismo. Assim como qualquer movimento artístico, pode ser vazio ou riquíssimo de significados, dependendo do artista e, não esqueçamos, do espectador. O surrealismo foi o primeiro movimento que tentou explorar a fundo o recém-descoberto subconsciente; atingiu resultados mais e menos felizes, e isso é normal. Mesmo assim, influenciou a arte subseqüente, e continua influenciando até hoje.
Diego em 13 de janeiro de 2008 às 00h30
Diego: não discordamos em nada no essencial. Isso que disse é tudo verdade e eu subscrevo. Embora pessoalmente o Surrealismo não me atraia muito reconheço-lhe a importância. Acima destaquei precisamente o Magritte e o Max Ernst, dois bons surrealistas; houve outros menos bons...
seven em 13 de janeiro de 2008 às 00h48
Muito legal.
Puxa, que visão mais que diferente da várias formas de se viver o mundo.
Muito legal
Fred em 13 de janeiro de 2008 às 02h48
Sobretudo uma forma diferente de o ver, não é Fred?
Obrigado pelo seu comentário.
seven em 13 de janeiro de 2008 às 11h02
Gosto da arte Surrealista por isso: a resposta não está no artista, e sim no olhar coletivo-individual.
É o inconsciente como esponja do meu dia-a-dia, não com essa linearidade.
Mas com liberdade!
O Surrealismo aponta claramente como meus afazeres tão reais são absolutamente dispensáveis.
E adoro Dali, mas respeito as demais opiniões.
É muito saudável a democracia, a troca de opiniões.
Ainda que não concordemos....
Sandra Leite em 13 de janeiro de 2008 às 13h40
A questão é outra, para além das preferências pessoais, que são legítimas e saudáveis. A questão é o Surrealismo não fazer muito sentido nos dias de hoje, Sandra.
Quando Breton e os seus seguidores proclamaram nos idos anos 20' o pleno direito do sonho, da fantasia e sobretudo do irracional fazerem parte da Arte foi uma pedrada no charco! Rasgaram novos caminhos e obrigaram o público e os artistas a aceitar uma génese e expressão diferente da obra de arte.
Hoje em dia estes aspectos estão perfeitamente assumidos e integrados na produção artística contemporânea. Assim sendo, pinturas surrealistas valem quase exclusivamente pela destreza formal e pouco pelo seu significado - essencial para o seu estatuto artístico. Algumas poderão ser arte mas com letra pequena.
Dali é um caso destes. A partir de uma certa altura pintou apenas "forma", esvaziado que estava o sentido da sua arte.
seven em 13 de janeiro de 2008 às 14h23
Seven,
Entendo seu ponto de vista, mas não concordo integralmente.
Se assim for, o que faz sentido no mundo de hoje?;)
Sandra Leite em 13 de janeiro de 2008 às 14h48
Não é assim tão generalizável, Sandra. Que sentido faz continuar a lutar quando a guerra já está ganha?
É preciso procurar outras causas, outras guerras. Há muitas há nossa espera e faz sentido lutar por elas no mundo de hoje. Isto aplica-se à Arte que nem uma luva. Actualmente os artistas andam perdidos e a vanguarda que em tempos ocuparam foi ultrapassada há muito.
Precisamos de uma arte do Presente, seja ela qual for, e não de uma do passado. Não foi este o móbil do Modernismo?
seven em 13 de janeiro de 2008 às 14h56
Seu argumento está perfeito, irretocável!
Mas o fato de "actualmente os artistas andam perdidos e a vanguarda que em tempos ocuparam foi ultrapassada há muito" não caracteriza o nosso tempo? Não estamos "todos perdidos" (inclusive a Arte) e repetindo modelos ultrapassados? E a Arte é acumulativa: somos um pouco de tudo!
Seven, não é fácil discordar de você :)
Sandra Leite em 13 de janeiro de 2008 às 15h10
Sim, é verdade que caracteriza o nosso tempo e sim, a arte é cumulativa. A actualidade é uma mistura de tudo o foi passado. Mas curiosamente nunca na História foi assim; houve sempre uma certa evolução mais ou menos inovadora, mais ou menos contínua. Será que chegámos a um beco sem saída, que perdemos a capacidade de inovar realmente? A explosão deve estar iminente...
seven em 13 de janeiro de 2008 às 15h16
"Visualmente agradável. Temáticamente vazio, oco."
Eu fico frequentemente tao chateada com interpretacao/critica de arte que nem leio. Infelizmente, li os comentarios aqui. Fico imaginando quantos dos que responderam sao artistas e ja pintaram algo mais que happy faces ou stick figures.
Nao entendo porque as pessoas nao compreendem que para criticar arte, a pessoa deve pelo menos ter um conhecimento mais que superficial do artista, do contexto daonde vide, da vida pessoal dele, como sua mente funciona, etc. Se forem no site to artista, entenderao que muitas das especulacoes aqui presentes estao respondidas la.
Tambem discordo que artistas "andam perdidos". Ninguem nos informou isso! ;) Uma pesquisa no Net demonstra isso claramente, sabendo aonde procurar. E nao acho que podemos comparar o que a arte reflete durante periodos diferentes da historia - isso nao seria justo ou valido.
Obrigada por me mostrar mais um artista que nao conhecia. Adorei o trabalho dele.
Cris em 14 de janeiro de 2008 às 11h18
Outra coisa que gostaria de acrescentar e que, no meu entendimento, o que ele diz no proprio web site e que as influencias de arte moderna (Cézanne e Klee) aconteceram antes, qdo ele ainda estava a testar-se como artista, e procurar seu proprio estilo. O trabalho atual e claramente inspirado, como ele mesmo diz, em Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel, Hugo van der Goes and Jan van Eyck.
Cris em 14 de janeiro de 2008 às 11h37
Desculpe, Cris, mas não percebi. "Ninguém nos informou isso"? Mas essas coisas agora saem nas notícias? E é preciso ser artista para falar sobre a arte ou para a apreciar? Não me parece que nenhum artista vá subscrever esta ideia...
Não se pode comparar o que a arte reflecte durante períodos diferentes da História? Porquê? Essa é a função da História da Arte. É ela que diz do "estado da Arte" e da sua crise de identidade.
Por favor, diga-me então onde procurar na net informação que rebate o que aqui foi dito.
Obrigado pelo seu contributo.
seven em 14 de janeiro de 2008 às 11h47
(vou postar em partes, pois minha resposta esta ficando grande)
Seven, o trabalho de um critico em qualquer area e somente uma opiniao, e como esta, e altemente subjetiva. Muitas vezes nem o artista e capaz de interpretar tudo o que aparece em seu trabalho. Entao, como tal, critica pra mim nao tem muito valor. Eu prefiro o contato direto com o trabalho (arte, filme ou musica) pra que eu mesma decida se gosto ou nao. Se nao gosto, ainda assim tento ver o valor. Uma expressao tal como "tematicamente oco", somente provoca critica em retorno. Ate para criticar ou analisar arte e preciso ter uma certa sensibilidade, nao acha? Acho tal expressao desrespeitosa, assim como outras da mesma natureza.
Cris em 14 de janeiro de 2008 às 12h30
E sim, ajuda muito ter pelo menos tentado pintar, para alguem poder apreciar a parte tecnica - se apenas isso pode ser apreciado. Isso e mais do que evidente nestes trabalhos e os "criticos" passam por cima sem nem mencionar. O esforco mental e fisico que algo assim requere e tremendo. Muitas vezes vejo isso tao claramente: um artista e tao bom que faz algo parecer "facil" e as pessoas nao parecem reconhecer isso. O resultado? Temos as Britney Spears da vida tentando nos convencer de que sao telentosos. It's really not that easy (for those who ever forget).
Cris em 14 de janeiro de 2008 às 12h32
Sobre arte e historia, o que quis dizer e que comparar *resultados*, historicamente, nao e justo, pois a historia nao para, se desenvolve constantemente, e assim acontece com a criatividade das pessoas em cada epoca. Um exemplo: eu costumava criticar muito o estado da industria de musica atual; mas o fazia comparando com a cena dos anos 60. Isso nao somente me dava tristeza, mas me deixava ignorante da quantidade tremenda de musicos atuais, altamente criativos, que estao fazendo musica de qualidade, apesar de nao ter nada a ver com a musica dos 60's. Influenciados, claro, todos nos somos. But we move on!
Arte hoje em dia esta mais voltada para o lado comercial. Artistas sao capazes, com o Internet, de atingir uma audiencia mundial, e ha muita enfase em criar arte como servico. Vc quer uma pintura que combine com o seu sofa? Claro, mande-me as cores, posso pintar. Meu ponto? Arte nao esta mais reservada a galerias de arte, nao requere um agente de vendas, nao precisa de definicoes. O Internet agora leva o artista a ter contato direto com o cliente. Tudo isso esta mudando o mundo da arte, musica, televisao, e muito rapidamente. Very exciting. Critics should change the way they "critique", as well.
Arte esta viva, e muito bem. Os artistas nao estao perdidos nao. Estao trabalhando duro, e fazendo o que Van Gogh sempre desejou: se sustentar com a propria arte e o suor, gracas ao Internet. Va num site chamado Etsy.com, e veja o que esta sendo feito atualmente. Tem que procurar, pois tb. tem muita porcaria misturada. Va tambem no Flickr.com.
(obrigada por me ouvir :)
Cris em 14 de janeiro de 2008 às 12h46
Cris: o facto de uma obra ter dado muito trabalho ao seu autor não faz dela uma obra de arte, muito menos uma boa obra de arte. O que não quer dizer que isso não aconteça também. É o caso da arte conceptual e também da "Fonte", do Marcel Duchamp. O autor não teve trabalho nenhum a produzi-la, apenas a retirou do seu contexto normal e a colocou noutro. Mas eu sei que ele andou anos a pensar nisso...
seven em 14 de janeiro de 2008 às 12h47
O seu texto levanta muitas questões interessantes. Vou ver o site que me falou e logo dou-lhe uma resposta mais completa, que o tema merece, OK?
seven em 14 de janeiro de 2008 às 12h50
Seven, nao ha pressa. Nos sites que te mandei leva tempo pra achar os "tesouros". Notara tambem como esta havendo uma revevencia de coisas feitas a mao tambem. Alias, estou tentando achar uma que vai com o seu VW bus posting. A lot of the women I admire showing their things on Flickr are from Portugal - very talented!
(vc e de Portugal, certo?)
Talvez isso ajude um pouco no Flickr: esta e minha lista de "favorites" - achara arte no meio, mas claro, do meu gosto pessoal. (veja as fotos como "slide show"):
http://www.etsy.com/search_results.php?search_type=tag_title&search_query=vw+bus
Cris em 14 de janeiro de 2008 às 13h05
Cris, tenho agora oportunidade de escrever sobre as questões que levantou de um modo mais demorado. Quando falamos genericamente de "Arte" metemos vários conceitos no mesmo saco e há distinções que devemos fazer.
Há os chamados "objectos estéticos" - pinturas, esculturas, papel de parede, etc. - que nos rodeiam e têm por função tornar o nosso mundo mais agradável ao olhar. Devem ser bonitos, o que quer que isso signifique e com toda a subjectividade inerente. O ser humano precisa da beleza - muita gente já escreveu sobre isto, desde Platão a Heidegger.
Depois há os objectos funcionais, como a arquitectura e o design, que devem ser isso mesmo em primeiro lugar e ser agradáveis também. Esta categoria e a anterior não dispensam uma coisa a que muitos autores e criadores chamam "poética" e que é algo indefinível mas que está associado à capacidade de sugerir e convocar o sonho e a emoção. Não é isso que os torna arte; poética não é arte.
A poética e a dimensão estética são necessárias para qualificar uma obra de arte - mas não são suficientes. Falta-lhe aquilo que é a sua essência, o seu sentido, o seu significado, a razão porque é feita. O significado é a pedra de toque que confere a uma dada obra o atributo de Arte. É assim desde que o primeiro homem gravou a marca da sua mão numa caverna há mais de 30 000 anos...
E uma obra de arte tem de ser séria, tem de representar uma atitude genuína do seu autor para consigo mesmo e para com o mundo. Tem de possuir uma dimensão humana. Tem de intervir no mundo, na Sociedade e não proscrever-se a uma qualquer sala de museu. E tanto pode fazê-lo levando as pessoas a sonhar como obrigando-as a tomar consciência (de quê?). É o que chamam de "ética e estética".
Na medida em que a conjugação destes factores seja mais ou menos bem feita - cristalina, no limite - e o seu efeito seja maior ou menor é que podemos dizer: "é boa arte" ou "é má arte".
Vá lá, contestem ;)
seven em 15 de janeiro de 2008 às 12h58
"O significado é a sua essência". Concordo completamente com essa definição da Arte. Não contesto nem uma linha do comentário.
Mateus em 15 de janeiro de 2008 às 21h40
Obrigado, Mateus. Eu esforcei-me. Aceito que haja quem discorde até porque o que digo deixa de fora muita coisa...
seven em 15 de janeiro de 2008 às 22h32
Mr. Seven,
Discordar de você não é fácil, já havia dito. Só Dina faz isso bem;)
Você é mestre!
E ainda que divergências aconteçam, que sejam com todo o respeito. Aí está a diferença.
Por isso fico aqui, com meu olhar demorado....aprendendo a olhar também o diferente...
Sandra Leite em 16 de janeiro de 2008 às 03h13
Realmente a Dina tem um jeito (e prazer) especial em contradizer-me...
seven em 16 de janeiro de 2008 às 11h55
Ras em 3 de fevereiro de 2008 às 19h00
Acho eu que...
"Arte é feita para transmitir algo para quem a olha, mas alguns veêm mais outros menos".
Acho eu: Conforme os homens das cavernas não tiveram intenção alguma de chamar aquelas pinturas de arte, mas expressam exatamente aquilo que cada um quer interpretar, conforme seu conhecimento individual.
guerraartes
guerraartes em 5 de abril de 2008 às 09h31
Apenas tenho 15 anos mas acho que todas estas imagens sao magnificas, para mim a melhor fomra de expressar o nosso subconsciente é através da pintura e o surrealismo mostra isso de uma maneira por vezes sinistra mas que muito sentido.Um dos meus pintores favoritos é o dali mas pelo que vi de Jacek Yerka pareceu-me fenomenal eu cá gosto.Mas quem sou eu para dizer alguma coisa sou só mais uma pessoa neste Mundo.E tambem queria dizer que toda a gente tem opinioes diferentes por isso nao discutam tanto e simplesmente critiquem e aceitem ideias diferentes.
Cumprimentos.
Rikas em 17 de abril de 2008 às 23h31
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