Uma bicicleta de madeira

Publicado em tecnologia por bjr em 26 jan 2008 06:23 PM | 19 comentários

Madeira Bicicleta Marco Facciola Engenharia Ambiente

Recentemente falamos de Joe Harmon que, inspirado nos aviões da segunda guerra mundial, iniciou um projecto que pretendia criar um carro totalmente feito de madeira, o Splinter. Marco Facciola pretende explorar as propriedades da madeira mas, desta vez, aplicadas à construção de uma bicicleta.

Ao contrário do que se possa imaginar, Marco é um jovem com apenas 16 anos mas com imensa determinação em resolver os problemas da utilização da madeira. Para além das dificuldades óbvias da concepção, há ainda a necessidade de idealizar soluções que lidem com obstáculos mecânicos como a concepção da corrente e do sistema de velocidades.

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19 comentários

A corrente é a verdadeira cereja em cima do bolo. Resta saber se funciona - sempre foi o problema das bicicletas... :(

seven em 26 de janeiro de 2008 às 22h03

Também depende do peso do ocupante... achei engenhosa a forma como ele permite que a corrente fique livre das rotações da roda. Até acredito que funcione mas não sei bem durante quantos minutos :)

bjr em 26 de janeiro de 2008 às 22h18

eheheh... pois. Digamos que é uma boa bicicleta descartável. Podia até ser em cartão!

seven em 26 de janeiro de 2008 às 23h14

Altamente! Reparem nas vantagens: não temos aquele problema das rodas vazias ou dos furos, não sujamos as mãos nem a roupa se a corrente saltar, gastamos mais calorias a pedalar e no fim do passeio, ainda que breve, podemos usá-la fazer um churrasco.
;)

Dina em 27 de janeiro de 2008 às 12h05

Mas temos o problema do caruncho :D

seven em 27 de janeiro de 2008 às 12h10

Há ainda o problema de não haver suspensão... imagino que para quem goste de vibrações na bundinha, isso não seja uma preocupação...

bjr em 27 de janeiro de 2008 às 12h15

Talvez fosse então mais apropriado chamar-lhe uma bicicleta de pau ;)

seven em 27 de janeiro de 2008 às 12h22

lol

bjr em 27 de janeiro de 2008 às 12h24

Seven,
as térmitas são bem mais preocupantes. A propósito disto, estou a lembrar-me de que vi no Canal Panda que as ditas devoram casas em segundos :S. Uma bicicleta destas servir-lhe-á de aperitivo e devem fazê-lo em menos de um cagagésimo de segundo, não?
:S


Bjr,
mas se a dita partir durante o passeio pode até proporcionar momentos puro deleite ou talvez não. Agora fiquei na dúvida...

Dina em 27 de janeiro de 2008 às 12h24

Atenção praticantes de BTT! :D

seven em 27 de janeiro de 2008 às 12h28

Dina... essa tua imaginação assume contornos de deleite :p

bjr em 27 de janeiro de 2008 às 12h34

Bjr, eu não sou pau, né?
:D

Dina em 27 de janeiro de 2008 às 12h40

Costuma-se dizer "um homem não é de ferro"... Também se aplica às mulheres, digo eu.

seven em 27 de janeiro de 2008 às 12h43

:S
:S
Estou tão faminta que até comi o "de" na frase do comentário precedente, raismapartam.

Errata: "...eu não sou de pau..." ...ui,ui,ui

:D

Dina em 27 de janeiro de 2008 às 12h49

Leva lá a bicicleta então e vai fazer um churrasco ;)

seven em 27 de janeiro de 2008 às 12h51

... Alto patrocínio dos ortopedistas e indústrias do ramo. Mas está genial,é vero. A corrente é mesmo a cereja em cima do bolo.

Gil em 28 de janeiro de 2008 às 04h13

E, tal como o resto, também é comestível :D

seven em 28 de janeiro de 2008 às 12h41

Quebraria em menos de 10 minutos. Pode ter certeza que não é à toa que existem os pneus. Ainda mais eu que tenho 105 kg.

Famscrow em 30 de janeiro de 2008 às 15h45

Depende da estrada, depende da estrada... ;)

seven em 30 de janeiro de 2008 às 23h44

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