Porque Os Ratos Também Choram

Fernando Gonsales é cartunista e veterinário brasileiro, exercendo a última profissão essencialmente entre a prancheta, o lápis e o nanquim. Já foi dono de uma pulga de estimação que se alimentava do seu próprio sangue, mas agora dedica-se mesmo ao seu personagem principal, o rato Níquel Náusea. Em suas tirinhas muitos outros bichos aparecem, revelando o cotidiano inusitado destes seres que ainda colocam muita gente em cima de cadeiras e mesas. Níquel Náusea começou a ser publicado na Folha de São Paulo em 1985 onde continua até hoje. Outros jornais do Brasil também publicam o seu trabalho além do Diário de Notícias, de Portugal. Para facilitar a nossa vida, suas tirinhas foram reunidas e hoje podem ser encontradas nos livros: Os Ratos Também Choram, Com Mil Demônios, A Perereca da Vizinha, Vá Pentear Macacos, Botando os Bofes pra Fora e Nem Tudo que Balança Cai.


Página oficial de Níquel Náusea
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29 comentários
seven em 27 de fevereiro de 2008 às 21h26
Alguém traduz para mim o que é "A Perereca da Vizinha", por favor.
§(O_O)§
Dina em 28 de fevereiro de 2008 às 20h52
Alguém responda à senhora, sim?
seven em 28 de fevereiro de 2008 às 21h16
Será o equivalente à "garagem da vizinha"?
Dina em 28 de fevereiro de 2008 às 21h24
Existe a música que todo mundo conhece de pequeno "a perereca da vizinha tá presa na gaiola / xô, perereca / xô, perereca"...
Minha amiga vai além dizendo que, se bobear é uma marchinha de carnaval ou até um precursor das boquinhas da garrafa da vida...
Boquinha da garrafa sugiro não saber o que é, Dina.
=)
E seu eu captei a vossa mensagem, talvez seja o mesmo que "garagem da vizinha". rss
isabella em 28 de fevereiro de 2008 às 22h11
Isa,
"a garagem da vizinha" também é uma música, viu!
A letra é também muito infantil. Fala de uma vizinha que estava morando sozinha e decidiu emprestar sua garagem...
Agora estou aqui meditando que talvez se a garagem da vizinha tivesse uma Perereca poderia ficar muito mais atractiva...ihihihih
Já agora, qual é o macho da Perereca?
:D
Dina em 29 de fevereiro de 2008 às 19h52
há também uma música sobre a garagem da vizinha....
por favor antropológico; vai ela:
"ponho o carro, tiro o carro
na hora que eu quiser / ( frases , frases)
tô até trocando óleo na garagem da vizinha"
enfim... viva o Gonsales! parabéns, Isa.
priscilla em 29 de fevereiro de 2008 às 21h36
o diabo assopra e não resisti, ascendendo ao baixo nível. baixo, pero faz rir.
Lá na rua onde eu moro
Conheci uma vizinha
Separada do marido
E tá morando sozinha
Além dela ser bonita
É um poço de bondade
Vendo meu carro na chuva
Ofereceu sua garagem...
Ela disse ninguém usa
Desde que ele me deixou
Dentro da minha garagem
Teia de aranha juntou
Põe seu carro aqui dentro
Senão vai enferrujar
A garagem é usada
Mas seu carro vai gostar...
Põe o carro
Tira o carro
A hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher
Tiro cedo
Ponho a noite
E também de tardezinha
Tô até trocando óleo
Na garagem da vizinha..
(e segue......)
priscilla em 29 de fevereiro de 2008 às 22h18
Mau, mau, mau! Essa garagem é a nossa garagem!
Até estou a ficar com tonturas...não me digam que nos plagiaram a garagem e a vizinha e o carro e tudo e tudo!
Já não bastava terem-nos plagiado as telenovelas, a goiabada e o Cristo Rei e também agora a garagem...é o fim!
:>
;)
Dina em 29 de fevereiro de 2008 às 22h48
Por mim deixava-os ficar com a garagem...
seven em 29 de fevereiro de 2008 às 23h08
Eu não faço questão de lutar por essas pérolas populares... mas goiabada, essa é surpresa! (confessa, Dina que você inventou essa) hahahaha
=)
isabella em 29 de fevereiro de 2008 às 23h12
mas como essa!(?)
viu agora atrás da paternidade da garagem.
hmmm
diz aqui é a música foi composta pela dupla Rio Negro & Solimões. não basta os russos quererem nos roubar a marmelada, Dina! como essa da goiabada?? logo vão querer se donearem do queijo-minas.
priscilla em 1 de março de 2008 às 00h10
É preferível deixar o carro à chuva, portanto...
seven em 1 de março de 2008 às 00h21
Para não parecer que eu não me importo com a herança popular do nosso povo (e há heranças E heranças), vim me justificar dizendo que das pérolas que não quero vcs podem incluir: "boquinha na garrafa", "um tapinha não dói" e por aí vai...
isabella em 1 de março de 2008 às 00h38
Prill, se você experimentasse a nossa marmelada, que é bem mais docinha que a goiabada, não queria outra coisa. ;)
Dina em 1 de março de 2008 às 00h41
E lá estamos nós outra vez aqui a falar de comida... manias...
seven em 1 de março de 2008 às 00h52
Hummm, e com requeijão então ia ficar uma delícia...
isabella em 1 de março de 2008 às 01h24
Falar em comida?! Quem? Eu?! tem juízo, pá.
Entristece-me constatar a redutora visão que tu tens da marmelada. Nem honras o produto nacional! Valha-te nossa senhora das compotas!...tsssss...tssss...
Ah!, e não te atrevas numa próxima a meter o bedelho nos debates em torno de Pererecas e afins, porque senão dá-me na mosca e venho aqui falar "naquilo" e de forma explicita, que eu cá não sou mulher de "nhãnhãnhãs".
(tudo a 'berde', ó bimbo)
:D
Dina em 1 de março de 2008 às 16h08
Nossa Senhora das Compotas? É pior do que eu pensava... Olha posso dar-te o número de um bom psiquiatra. Essa fixação é preocupante. :(
seven em 1 de março de 2008 às 22h16
essa tensão sexual toda entre os dois... que é como se falassem de algo que não sabemos. penso: querem que eu saia?
priscilla em 1 de março de 2008 às 22h21
seven em 1 de março de 2008 às 22h31
muahahahahahahahahahah
Não precisa de ter ciúme, Prill. O Seven e eu somos duas pessoas inteligentes. Para falar verdade eu sou mais do que ele, mas disfarço bem.
:D
Dina em 1 de março de 2008 às 23h37
Mas, em contrapartida, em sou mais modesto do que ela - grande virtude!
seven em 2 de março de 2008 às 00h06
viu só. começaram de novo.
e não é ciumes, Dina; é curiosidade humana. continuem, não parem por minha causa. vou correr pega ruma pipoca e os óculos de 3D.
duas pessoas inteligentes e curiosíssimas... George and Martha.
pri em 2 de março de 2008 às 00h52
Agora 'cê foi longe demais, Prillinha. Você está nos chamando de hipopótamos?! É isso?! Como se atreve!
Logo eu que como 1/5 de folha de alface por dia e, por isso, sou forçada a viver sob clausura em dias ventosos. :S
Dina em 2 de março de 2008 às 12h13
HHAHAHAHHAHAHAAH
qual hipopótamos! jamais! a discovery chanel não é tão interessante. mas 1/5 de folha de alface?? há aquela dieta
café da manhã
1 copo dágua
almoço
uma bolacha água e sal
lanche
outro copo dágua
janta
dois cubos de gelo
essa da alface é radical demais. tenta essa, essa é boa.
priscilla em 2 de março de 2008 às 16h39
Hum! Cê tem razão Pri!
P´ra quando a "sexão" "O Sítio do engate?"
Coordenadora já tem, não?
mm em 3 de março de 2008 às 14h06
priscilla em 5 de março de 2008 às 01h32
O Fernando é O cara! manda muito bem tanto nos desenhos como nos ideias... tenho uma tatoagem do níquel na perna, graças ao álbum do mukeka di rato de 2001 chamado acabar com você. è isso ai...
Grande Abraço. e mais uma vez parabéns Fernando.
Rafael Mora em 1 de maio de 2008 às 20h32
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