Corria o ano 2000 quando ouvi pela primeira vez o som dos Sigur Rós, então do album "Ágætis Byrjun", que nada mais era do que um manto de emoções, envolvente e misterioso. O grupo foi criado em 1994 pelo guitarrista e vocalista Jón Þór (Jónsi) Birgisson, o baixista Georg Hólm e o baterista Ágúst Ævar Gunnarsson.
Das particularidades mais interessantes dos Sigur Rós, para além da sonoridade da música, é o facto de em muitas das suas canções ser utilizada uma linguagem inexistente - hopelandic - que na verdade são melodias entoadas, que se encaixam na emoção musical do momento. Desta forma, não existem distracções causadas pelo acessório da letra, permitindo que a pessoa se concentre na verdadeira sonoridade da música, experimentando diversas sensações que vão desde a felicidade extrema à melancolia.
Deixo-vos com duas das minhas músicas preferidas, uma delas banda sonora no conhecido filme com Tom Cruise, Vanilla Sky.
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Disseste "Tom Cruise", ó manda-chuva dos batráquios?! :S
Conseguiste motivar-me, pronto. As verdades são para ser ditas. Estou a ouvir a primeira e não tarda morre aqui tudo afogado em casa.
...snif...snif...snif...
Dina em 16 de março de 2008 às 19h30
A música é surreal e os videoclips também
seven em 17 de março de 2008 às 00h03
Bom resumo. Conheci-os há alguns anos, da banda sonora de Vanilla Sky: O nome era estranho e fixei-o.
A segunda vez que ouvi falar deles foi por causa do título de uma música: “Vaka”.
A sonoridade fortemente sugestiva do nome (em português, claro!) deixou-me curioso e procurei pelo artista: Sigur Rós.
A partir daí, pesquisei e ouvi os seus trabalhos. Verifiquei que já conhecia alguns: “Hoppípolla”, da apresentação (trailer) do filme: Os filhos do homem (Children of Men), por exemplo.
Apesar de serem classificados de banda post-rock, é a transversalidade dos géneros por eles tocados que acho interessante: Avantgarde, Progressivo e Punk, Rock e Pop, Clássico e Minimalista, etc.
Ouço-os com agrado, evocam ambientes estranhos e mundos irreais, o ideal para afastar o “Stress”, ao fim do dia.
Mateus em 17 de março de 2008 às 00h32
A minha banda preferida.
Espero que venham a Portugal este ano.
Dina: Pensei que conhecias :)
Mateus: Também os utilizo como anti-stress :)
Filipe: Se vierem, como volta e meia andamos meios desligados, não deixe de avisar.
Isabella, bella, vale apena comprar o album () (sim, abrir e fechar parentesis)... é muito bom.
Berenice: Não perca a oportunidade de ouvir outras músicas... combina bem com uma noite serena e chocolate.