Fotografias do Cosmos

Publicado em outros por seven em 25 abr 2008 12:26 PM | 20 comentários

 Astronomia Ciencia Cosmos Espaco Estrelas Galaxia Imagens NASA Planetas Universo

A Nebulosa NGC 6543, também conhecida como Olho de Gato, situa-se a três milhões de anos luz da Terra. A imagem é proveniente do telescópio Hubble e foi trabalhada de modo a apresentar com mais nitidez os detalhes e a variação cromática. No centro, correspondente à pupila do olho, pode ver-se uma estrela idêntica ao nosso Sol na sua fase terminal produzindo anéis concêntricos de poeira. É o que nos espera daqui a 5 biliões de anos.....

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Esta imagem da Nebulosa Cabeça de Cavalo foi obtida por um observatório situado no Novo México, nos EUA. Durante sete horas fixaram esta região do espaço filtrando todas as radiações de modo a captar apenas o comprimento de onda específico do vermelho, emitido pelo hidrogénio. O padrão formado pelos tons de vermelho corresponde a nuvens de poeira e de gás esculpidas por ventos estelares causados pela explosão de Supernovas.


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Mais uma imagem obtida pelo telescópio Hubble e que nos ajuda a entender o processo de formação das estrelas. Habitualmente apenas são visíveis as maiores e mais brilhantes estrelas mas esta fotografia da região LH 95, de muito alta resolução e gama cromática específica, consegue revelar pequenas estrelas jovens, em tons de amarelo. Também é visível uma mancha azul difusa correspondente a nuvens de gás aquecido por estas estrelas e ainda uma poeira escura criada por outras estrelas.


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A Galáxia M 104 é famosa pela sua forma peculiar: os pontos luminosos das estrelas acumulam-se na periferia enquanto que o interior é composto por um círculo de poeira escura. Vista de determinada perspectiva lembra um chapéu mexicano. Também esta imagem do Hubble foi editada para iluminar e permitir ver com mais detalhe a região central. Com um comprimento de 50 000 anos-luz e uma largura de 28 000, esta é uma das maiores galáxias do seu grupo.


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Isto é o resultado da explosão de uma estrela. A Nebulosa do Caranguejo, produto da explosão de uma Supernova vista no ano de 1054, possui numerosos pequenos fragmentos filamentosos que aparentam ter menos massa do que a expelida inicialmente e também uma velocidade superior à esperada. No centro da nebulosa encontra-se um pulsar, uma estrela de neutrões com a massa do nosso Sol mas apenas do tamanho de alguns quilómetros, que roda cerca 30 vezes por segundo.


Tradução livre do texto no site da APOD.

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20 comentários

Breve nota: O Hubble foi lançado no dia 25 de Abril de 1990 para o espaço.

Carlos Afonso em 25 de abril de 2008 às 15h33

Parabéns ao Hubble ;)

seven em 25 de abril de 2008 às 22h13

lindo demais
e pensar que cada foto significa milhões de kilometros
e cada pontinho minusculo é um sistema solar
:)

fazendoarte em 26 de abril de 2008 às 19h52

incrivél são as fotos da minha paixão
este saite é demais 10 ou mil

maria antonia cifone perez em 27 de abril de 2008 às 18h22

... parabéns a Deus pela aterradora beleza do universo. Desculpem-me alguns cibernautas, mas não vejo outra explicação!
... e ainda nem sequer passamos o " cabo das tormentas" nesta viagem de descoberta do "novo mundo" . É só uma questão de escala e de dimensão!

alfredo em 27 de abril de 2008 às 20h04

Outro dia, andando numa praia de uma ilha deserta, numa reserva, encontrei um animal morto, apodrecendo, disforme, cercado de urubus: devo dar também parabéns a Deus pela beleza (e pelo aroma) do espetáculo que presenciei?
Não há dúvidas que o céu é belo (assim como seus componentes), mas a beleza é culpa nossa, está na nossa mente, e não no céu em si. Além do mais, não custa lembrar que boa parte das fotos que vemos de galáxias distantes tem cores artificiais...

Stephen Dedalus em 1 de maio de 2008 às 20h32

... pois a velha história dos males do mundo!!! será a culpa de Deus (tb lhe chamam assim?) ou será exclusiva responsabilidade dos nossos cérebros geneticamente programados para tão "bem" classificarem as belezas e os horrores. Nessa lógica de pensamento Importa saber da autoria do " hardWare" para apresentar a reclamação pois há por aí uns parâmetros desajustados, e nesse seguimento saber dos procedimentos para o ajuste!

... liberdade poética claro !!! Pq afinal tudo o mais são fotos, imagens, espaços sem fim... nada de especial. Temos pena!

alfredo em 1 de maio de 2008 às 23h02

Só para deixar claras as idéias: não há mal ou horror algum num animal apodrecendo - é só a natureza agindo. Também não há bem algum nas formações do céu - de novo, é só a natureza em ação. A natureza não é boa ou má: bem e mal são conceitos humanos. Nós, humanos, viemos a conhecer os detalhes do céu há pouco tempo, desde a invenção dos telescópios (que foram criados por homens, não por alguma divindade). Assim, não deve haver nenhuma programação genética em nossos cérebros para responder desse ou daquele modo à visão de galáxias distantes. Mas, em geral, nós gostamos das "fotos, imagens, espaços sem fim" que vemos: acho que temos a tendência cultural de achar o céu belo e muito especial por associá-lo com a morada dos deuses e com nosso "destino"... No entanto, usando de liberdade poética, fico ao lado do poeta W.H. Auden, que escreveu os seguintes versinhos: "Looking up at the stars, I know quite well // That, for all they care, I can go to hell".

Stephen Dedalus em 3 de maio de 2008 às 19h43

...a velha visão!

alfredo em 5 de maio de 2008 às 18h04

Realmente é necessário ter visões novas: por exemplo, "no Brasil (...) chegaram a proibir o teorema de Pitágoras porque era algo velho demais" (a história completa está em http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18679.shtml).
Mas dizer que o céu não é divino nem é tão velho assim: ate há pouco (historicamente falando) quem dissesse isso (podia ser qualquer outra coisa considerada divina) podia morrer queimado, condenado pelas autoridades que garantiam a disseminação d'A Verdade (assim foi com Giordano Bruno, num caso bastante famoso). Mas vamos lá, eu admito que argumentar é uma coisa velha - os gregos já faziam isso; melhor é rotular... Talvez sábias sejam as estrelas, que não discutem, só brilham. Pena que elas não pensam (ou será o contrário?).

Stephen Dedalus em 10 de maio de 2008 às 17h01

se a beleza dos comos é velha e ,artificial,eu prefiro admirar essa imensidão de cores ,ao invéz de apreciar os URUBUS ALMOÇANDO.

maria antonia cifone perez em 11 de maio de 2008 às 16h54

olhe o que e que aquela senhora faz la em cima É UM NOVO PLANETA É?


PS:Responda-me se faz favor OK BJS

maria olanda em 12 de maio de 2008 às 08h51

Qual senhora?

seven em 12 de maio de 2008 às 09h45

não sou poeta nem falo bonito nem sou pessoa inspirada para falar
desta grande maravilha TUDO É ABSOLUTAMENTE MARAVILHOSO

maria antonia em 17 de maio de 2008 às 05h01

Com toda essa imensidão, será que só existe vida inteligênte aqui neste minusculo planeta? Não acredito, que o nosso Deus seja taõ egoista.

márcio farley em 21 de maio de 2008 às 17h48

NÃO FALO BONITO MAS, ACHO ESSA IMENSIDÃO DO INFINITO MARAVILHOSA
PENA NÃO PODER TOCA-LA PORISSO ACHO o planeta Terra MAGNIFICO
PORQUE NÓS ADORAMOS ESSAS IMAGENS DOS PLANETAS?(SÃO INTOCAVEÍS )

maria antonia em 22 de maio de 2008 às 07h51

é...o que seria de nós sem o brilho dos CÉUS, sem a luz dos SR.DEUS, por que se não for para se admirar tamanha beleza e imensidão de tal criação, admirariamos o q ? A beleza não esta apenas em nossas mentes mas em tudo aquilo que é maginífico e belo, não a como negar nem explicar de onde vem e para onde leva essa maravilha.

Giordano em 1 de junho de 2008 às 01h20

De repente, a imagem da galáxia distorcida no reflexo de um espelho de um lago de águas salgadas, que brotaram dos meus olhos, da janela de um antigo trem, com uma cauda que se move como de um peixe ou serpente... nem há recordação de quando foi esse embarque, era pequeno...sobre trilhos invisíveis voa em direção ao centro dela, apitando melancolicamente, ora essas ondas de som chega aos poucos ora some suavemente ecoando no vazio...vem de perto e também vai para longe...dissipa lentamente como bolhas de sabão...aninhado por sentimento morno e confiante que estarei em meu lar daqui a uns milhares de espaços e milhões de corpos contados por passatempo ao longo dessa via, que não sei seu nome...como se chama...muitos pontos cintilantes, diamantes multicoloridos...tremeluzindo..uns se apagando..outros acordando timidamente na noite escura...uns pirilampos...

Simonetti em 6 de junho de 2008 às 00h16

É uma das mais belas imagens k vejo do espaço,pricipalmente da Galáxia m 104 de mais.

reginaldo quirino em 9 de junho de 2008 às 01h15

Como disse um astrônomo, "nós somos feitos da poeira das estrelas..."
pertencemos a elas e a elas voltaremos um dia.

fernanda em 14 de julho de 2008 às 17h43

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