Leonid Kulik - imagens de Tunguska

Publicado em outros por seven em 8 abr 2008 12:28 PM | 63 comentários

 Asteroide Ciencia Explosao Imagens Impacto Kulik Leonid Meteoro Russia Siberia Terra Tunguska

Quem olha actualmente para a planície de Tunguska, na Rússia, está longe de imaginar o que ali se passou há quase cem anos. No dia 30 de Junho de 1908 uma explosão de uma intensidade tremenda abalou a terra. Na época o fenómeno passou quase despercebido internacionalmente, talvez devido ao isolamento da região, situada em pleno coração da Sibéria. É provável que tenham sido feitas explorações no local mas a turbulência dos anos que se seguiram (a 1ª Guerra Mundial e a Revolução Russa, seguida de uma guerra civil) deve ter apagado todo e qualquer registo do acontecimento. Foi preciso esperar por 1920 para que uma expedição científica consistente fosse enviada a Tunguska, liderada pelo mineralogista russo Leonid Kulik. É a ele que devemos grande parte do conhecimento acerca deste fenómeno, ainda que nebuloso, de que dispomos actualmente.

 Asteroide Ciencia Explosao Imagens Impacto Kulik Leonid Meteoro Russia Siberia Terra Tunguska

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A primeira expedição teve início em 1921 e, durante mais de uma década, outras se lhe seguiram. Kulik ouviu e registou os relatos dos habitantes da região. Referiam ter observado um rasto luminoso azul a cruzar o céu, um flash muito brilhante, um ruído de trovão e ondas de choque que abalaram a terra e partiram vidros. Durante as várias noites que se seguiram o céu brilhou e cintilou. Os testemunhos não coincidiam nem na sequência nem na duração dos acontecimentos.

Kulik tentou também delimitar toda a zona onde ocorreu o fenómeno, denunciada pela destruição de cerca de 80 milhões de árvores num raio de 50 Km tombadas radialmente a partir de um ponto central, de onde parecia provir a força que as deitou abaixo. Uma observação aérea revelou que possuía a forma de uma borboleta e que correspondia a uma área de 215 000 hectares literalmente arrasada. No entanto, não foi encontrado um único vestígio de uma cratera.

As observações feitas levaram Kulik a propor a teoria que permanece, ainda hoje, a mais consistente, pese embora as inúmeras especulações que têm surgido: a explosão de um meteorito ou de um asteróide a poucos quilómetros do solo. Imagens captadas recentemente dão conta de uma região que ainda não recuperou o seu aspecto normal mas as fotografias feitas pelas expedições de Kulik foram o único testemunho de um ambiente devastado e insólito como nunca até então se tinha visto no planeta.

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63 comentários

O que é isto quando comparado com as imagens de destruição do tsumani de 2004 ou com Hiroshima?

Tânia em 8 de abril de 2008 às 13h08

Se tivesse ocorrido numa zona habitada seria pior do que Hiroshima...

seven em 8 de abril de 2008 às 15h03

Creio que é uma coisa cuja causa ainda se desconhece.

tajana em 8 de abril de 2008 às 15h45

Sim, há aspectos ainda por esclarecer e que têm dado origem a especulações de todo o tipo. O problema foi realmente a falta de estudos consistentes feitos na altura do acontecimento. Kulik foi o primeiro a fazê-los quando já havia decorrido vários anos.

seven em 8 de abril de 2008 às 15h49

... especulações essas que serviram de inspiração a variadas obras de fc.

Paulo Ferreira em 8 de abril de 2008 às 16h34

E não só, Paulo. Houve também episódios de obras de ficção que se transformaram em "possíveis explicações" do fenómeno. Incrível! O que a mim me impressionou mais que tudo foi o efeito que estas fotografias devem ter causado (certamente) nas mentes dos cientistas da época, que nunca tinham visto uma explosão desta magnitude. Alguns anos mais tarde, depois da primeira explosão atómica, talvez o seu efeito fosse menos impressionante.

seven em 8 de abril de 2008 às 16h41

Pensei em ets, mais devo estar boiando...

Certamente estas imgs sao incriveis!

Leno em 8 de abril de 2008 às 21h15

Cá para mim isto é obra do Barbeiro da Sibéria.

tajana em 8 de abril de 2008 às 21h43

Essa é precisamente uma das "teorias", Leno, a de que a explosão seria a de um engenho espacial alienígena...

seven em 8 de abril de 2008 às 21h44

Então não era de Sevilha???

seven em 8 de abril de 2008 às 21h46

Não, mas secalhar são primos. Não viste o filme?

tajana em 8 de abril de 2008 às 21h50

Não, mas li o livro :P

seven em 8 de abril de 2008 às 21h51

Isso é um bocado roto, desculpa lá que te diga.

tajana em 8 de abril de 2008 às 21h53

Perdão?

seven em 8 de abril de 2008 às 22h15

Ler o livro em vez de ver o filme - é coisa de roto.

tajana em 8 de abril de 2008 às 22h24

Ah, ok. Mas afinal há um livro ou apenas um libreto?

seven em 8 de abril de 2008 às 22h27

Do Barbeiro de Sevilha? Não sei. Eu estava a falar de O Barbeiro da Sibéria, o filme do Mikhalkov. Existe mesmo :) No filme, é o nome de uma máquina usada para desflorestação.

tajana em 8 de abril de 2008 às 22h30

E eu do de Sevilha :D

seven em 8 de abril de 2008 às 22h34

A explosão de Tunguska não passou despercebido.
O rasto do meteorito/cometa foi visto em toda a Europa e durante uma ou duas semanas observou-se um fenómeno em todo o hemisfério norte que ficou conhecido como "Noites Brancas".

Luís Bonifácio em 8 de abril de 2008 às 23h09

Sim, foi a tal cintilação provocada pelas poeiras em suspensão. Mas o fenómeno não foi estudado localmente em tempo oportuno.

seven em 8 de abril de 2008 às 23h25

Sorte a dos siberianos não terem três pastorinhos a presenciar o acontecimento no local...

tajana em 9 de abril de 2008 às 10h40

Ou azar. A Santa Rússia seria hoje um potência mundial efectiva.

seven em 9 de abril de 2008 às 11h15

Tinha lixado a vida ao Lenine, lá isso é verdade. Mas já imaginaste uma Fátima com dimensões siberianas? É assustador.

tajana em 9 de abril de 2008 às 11h20

Sim. E hoje em dia nem se ouvia falar do Islão, de Bin Laden, etc...

seven em 9 de abril de 2008 às 11h26

Seria uma Santa com o nome terminado em of, ou ev... Pedrada no charco...

Francisco em 12 de abril de 2008 às 16h55

Ou "ova" :)

seven em 12 de abril de 2008 às 16h57

A fonte onde vc pesquisou não colocou uma informação que não foi omitida por Kulik, mas que ele não levou em consideração:
De todos os depoimentos apesar de quase não ter pontos em comum tem um apenas: todas as testemunhas disseram que o objeto tentou por mais de uma vez ARREMETER, isso mesmo o objeto tentou levantar voo mas não conseguiu e explodiu, como Kulik era um cientistas não levou isso em consideração achando que era fantasia.
Mas um meteoro não evolui tentando evitar cair.

Rodrigo em 13 de abril de 2008 às 11h48

Pesquisei em várias fontes e em nenhum lado encontrei essa informação. De qualquer modo o artigo era sobre as imagens desse acontecimento e não sobre as suas causas, sobre as quais já correu muita tinta.

seven em 13 de abril de 2008 às 13h22

uhaUS... Teoria minha do ET, então não estava tão errada. ;P

Leno em 13 de abril de 2008 às 16h47

eheheh... Segundo o que li, Leno, não foram encontrados nenhuns vestígios de metais ou algo que pudesse pertencer a algum mecanismo artificial.

seven em 13 de abril de 2008 às 22h29

Note-se que passaram-se 13 anos da queda do objeto até a expedição! É impressionante que mesmo os cientistas que acompanham a queda de meteoritos não arriscam a palpitar o porquê de o o bólido que causou a destruição de 215.000 hectares de floresta não ter causado uma cratera de gigantes proporções se fosse um temeoro. Ou o porquê de não existir um resíduo sólido que, se assim o fosse, teria restado.

PAULO em 15 de abril de 2008 às 01h36

É verdade, Paulo. Mas convém aqui distinguir asteróide e meteorito. Um asteróide é composto de coisas diversas - rochas, metais, etc. - enquanto um meteorito é essencialmente gelo. Se foi este o caso não poderiam ter restado grandes vestígios. É pena que haja poucos documentos sobre isto.

seven em 15 de abril de 2008 às 14h48

muito importante ...se não fosse eles...não sei se saberíamos sobre tal assunto

jorge em 19 de abril de 2008 às 00h46

Não seria este o episódio em que Nikola Tesla durante teste de seu "Raio da Morte" um acelerador de partícula?
Na noite de 30 de junho de 1908, solicitou a expedição de Robert Peary que tentava chegar pela segunda vez ao Pólo Norte para relatar qualquer coisa incomum que observassem. Não obteve êxito, porém mais tarde ficou sabendo do evento na floresta de Tunguska, então acreditou ter apontado para local errado ?!.... ;) ???????????????????????

Will.I.am em 21 de abril de 2008 às 01h40

Vocês precisam conhecer o Sr Tesla, um dos maiores e melhores fisicos que já existiu e que se colocou como o causador dessa explosão havida em 1908 devido há uma experiência sua.

flavio em 24 de abril de 2008 às 14h04

porque a explosao a alguns metros do chao? e nao no momento do impacto do bolido com o solo!!?

hyperpixel casp em 25 de abril de 2008 às 02h01

"porque a explosao a alguns metros do chao? e nao no momento do impacto do bolido com o solo!!?"

Bem, se fosse uma nave espacial, ela explodio tentando voar....

Bem. Ela pode ter caido e sofrido algum dano interno/externo forte ou fraco, dependendo de sua "grande" tecnologia e quando tentou levandar voo simplesmente explodio ó.ó.

Pura loucura. :D

A se a terra fosse feia só de certinhos hehehe.

Leno em 27 de abril de 2008 às 00h03

Presumo q ninguém tenha lido umas associações, publicadas há uns 20 ou 30 anos, relacionando este «fenómeno» com a explosão de krakatoa em 1883?
A teoria de que a explosãp desse vulcão foi tão intensa (36.000 mortos, o clima foi afectado a nivel global devido às nuvens de cinzas que esconderam o Sol durante dias e deram várias voltas ao planeta)
No livro «Krakatoa : The Day the World Exploded» de Simon Winchester é afirmado:
«The final explosion created a noise said to be the loudest heard in recorded history»

A tal teoria afirmava que a explosão provocou um clarão de tal intensidade que poderia ter sido observada a vários anos-luz de distância por «quem» naquele momento estivesse a observar o nosso planeta. Esse observador poderia interpretar o clarão como uma tentativa de sinalização da nossa presença no universo e dando um intervalo de uns 3 anos para desenvolver um tipo de muito potente de laser, e fazendo os cálculos com base na velocidade da luz, punha-se a hipótese de alguém, obviamente bastante mais avançado, nos ter respondido, enviando «uma fogachada» de volta.

Cálculos feitos até se dizia de que zona da galáxia poderia ter vindo o tal raio que provocou a devastação em tunguska, somando ao tempo necessário para construir a máquina de resposta, o tempo gasto - à velocidade da luz - na ida (do clarão de krakatoa), e volta (do tal raio) entre 1883 e 1908. Interessante, não?

nemoluso em 9 de maio de 2008 às 13h06

Já agora, quanto à primeira pergunta da Tânia: «O que é isto quando comparado com as imagens de destruição do tsumani de 2004 ou com Hiroshima?», leiam a seguinte descrição do fenómeno:

The loudest noise on earth
The loudest noise ever heard on earth, was made, not by an atomic or hydrogen bomb, but by a volcano. On 27th August, 1883, more than eighteen centuries after Pompeii had been buried by the ashes from Vesuvius, the entire island of Karakatoa, in the East Indies, blew up with a deafening roar that could be heard for 3000 miles. Stones, dust and ashes were hurled seventeen miles into the air, and the eruption cause a fifty foot tidal wave which swept over neighboring islands and was still more than a foot high when it reached Cape Town, 5100 miles away. Vast clouds of dust spread into the upper atmosphere, filtering the sunlight and producing beautiful sunsets which were visible all over the world. As far off as London, these lingering effects of the great explosions were still being seen the following spring.


Posted by Anorion


nemoluso em 9 de maio de 2008 às 13h13

Muito interessante, nemoluso. Obrigado por partilhar essas informações.

seven em 9 de maio de 2008 às 23h01

satan falls in tunguska!!!!!

rdoom em 10 de maio de 2008 às 14h20

conheço um pouco do fenômeno que ocorreu em tunguska. o que se tem de mais plausivel para o ocorrido é a de que um cometa tenha caido na regiao. E pk um cometa? pk o impacto demonstra q foi uma colisão de forças contrarias, pela violencia vista. um asteroide não cehga a possuir uma orbita regular, o que faz com que nao desenvolva uma velocidade comparada a de um cometa.
O cometa, como todos sabem, é uma massa composta de gelo, rocha e poeira... e é esse material que faz com que ele tenha aquela cauda caracteristica. com o impacto, o céu palido e encoberto que foi visto na região foi criado a partir deste material, alem do solo que se levantou com a colisão, além de explicar as "noites brancas" que se via em toda a europa oriental nos dias que se seguiram.
os testemunhos do povo local informa que momentos antes da explosão "uma bola de fogo atravessou o firmamento e ofuscava até mesmo a luz do sol", que começava a nascer naquela manhã. O impacto foi às 7:17 hora local.
com o impacto, cavalos que estavam em uma fazenda ao sul de Kansk, 600 km distante do local, foram jogados ao solo. S. B. Semenov, um agricultor, estava sentado nos degraus de sua casa, a cerca de 65 km de distancia, quando viu o clarão. Mesmo cobrindo os olhos, sentiu um tremendo calor contra seu corpo todo, e sua camisa se incendiou. Ao abrir os olhos e se levantar para tirar a roupa que queimava em seu corpo, passados alguns segundos, o deslocamento de ar vindo do impacto o arremessou a cerca de 10 metros até se chocar com a parede da cozinha, dentro de sua casa, que no mesmo instante quase foi ao chão. O seu vizinho, P. P. Kosolapov no momento estava de costas para a direção do impacto, e teve os cabelos da nuca chamuscados. Um membro da tribo dos tunguskes disse aos primeiros soldados do czar que lá chegaram que "o fogo chegou e destruiu a floresta, as renas e todos os outros animais".
como o texto bem informa, a primeira expedição séria para se averiguar o ocorrido se deu 13 anos depois, o que faz com que muitas provas tenham se perdido para esclarecer a verdadeira causa desta calamidade, mesmo assim, nos anos 60, quem sobrevoasse a região ainda veria a calcinada flaresta siberiana ainda espalhada pelo solo.
a tese de que seria um OVNI q caiu na região foi craiada nos anos 50, fruto da imaginação coletiva que se tinha na época. As expedições que deram coerencia a essa tese foram ao local nos anos de 1958 e 1959. mas um preciso estudo feito já no inicio dos anos 60 descobriu que esse relatório tinha sido mal fundamentado, ampliando em números irreais os níveis de radiação encontrados.
A radiação por fissão nuclear ocorre quando se colide materia em alta velocidade, e realmente pode-se observar que se passou algo semelhante em tunguska. mas não nos níveis descritos pelos cientistas desta expeção, que davam como "uma forma de conhecimento inexistente no nosso planeta naquela época". O que se observou era uma força de cerca de 3 megatons, comum para impactos de astros contra astros.
Espero ter dado alguma luz a essa discussão.
paz e bem a todos...

Paulo em 11 de maio de 2008 às 01h29

só mais uma coisa... em 2006 saiu uma bela minissérie em quadrinhos com a versão ultimate dos heróis marvel que trata de modo bem bacana o fenomeno de tunguska. alem de ter sido inspiração para alguns episodios da série Arquivo X, 10 anos atras...

Paulo em 11 de maio de 2008 às 01h33

Muito obrigado pelas suas dicas bem interessantes, Paulo.
Um abraço e volte sempre

seven em 11 de maio de 2008 às 22h22

coisas estranhas acontecem, e sempre iram de acontecer , afinal não conhecemos o mundo em que vivemos.

fabio em 15 de maio de 2008 às 03h43

Eu tomei conhecimento deste episodio nos anos 70, quando morava na Inglaterra. Diziam que o clarão foi visto até em Londres e o estrondo ouvido em outros paises... Mas li tambem sobre a cratera enorme que permaneceu no local..... e muitos dizem nao ter cratera....Estranho incidente!
Mary

Mary em 17 de maio de 2008 às 00h18

Mary, não há cratera. Deduz-se q o objeto foi desintegrado ha cerca de 100 metros do solo.

Paulo em 17 de maio de 2008 às 03h55

Pra apimentar: "...Na manhã de 30 de junho de 1908, uma explosão em Tunguska, na Sibéria, devastou dois mil quilômetros de floresta. Os estrondos foram ouvidos em um raio de quase mil quilômetros. A explosão que, segundo cientistas, teve uma potência duas mil vezes maior que a bomba atômica lançada sobre Hiroshima, em 1945, é normalmente atribuída a uma chuva de meteoritos ou à queda de pedaços de um cometa. Alguns pesquisadores, entretanto, acreditam que o evento teria sido um teste do Raio da Morte de Tesla. Se a ativação de energia de Colorado Springs foi capaz de destruir o gerador elétrico da região, de que seria capaz a torre de Wardenelyffe? A ligação entre o Raio da Morte e o mistério de Tunguska estaria baseada na hipótese de que Tesla errou o alvo durante o teste. Com o intuito de provar sua tese, alguns biógrafos do cientista acreditam que seu objetivo era impressionar Robert Peary, o primeiro homem a chegar ao Pólo Norte, e que na época estava a cerca de 1.100 quilômetros da Sibéria, na base de Ellesmere Island, no Oceano Ártico. A imprensa que acompanhava a aventura jamais iria duvidar da palavra de Peary caso ele relatasse uma explosão no gelo. Aos 81 anos, em um almoço com os ministros da Iugoslávia e da Tchecoslováquia, Tesla teria afirmado que “o raio da morte não se trata de um experimento. Eu o fabriquei, demonstrei e utilizei. Dentro em breve eu o apresentarei ao mundo"."

nilva basilio em 18 de maio de 2008 às 02h21

Como tudo o k se passou na falida "Mãe Rússia", também este fenómeno foi "devidamente" abafado, não só em consequência das convulsões k se viviam na altura mas também por força de um regime k calava, amordaçava, cegava e "eliminava..."
Obrigado à maioria de voçês pelas explicações k nos passaram.

Elesse em 25 de maio de 2008 às 09h10

Se Nicolau Tesla criou um raio que pudesse fazer um estrago deste tamanha, voce nao acharia que a Uniao Sovietica o teria usado na Segunda Guerra, e depois, para institucionalizar internacionalmente a politica comunista pelo mundo?
Tudo depende, e sempre dependerá, ao se verificar possibilidades historicas, nos seus efeitos que seriam causados na epoca e nas epocas subsequentes. Senão vira estudo baseado no nada, para o nada, para pessoas com nada na cabeça, que se preocupam com zoroastros e astrologos.

Paulo em 25 de maio de 2008 às 17h51

Todos estão de parabéns pela abordagem do assunto! eu pouco sei sobre o senhor Tesla, muito menos sobre o seu experimento, porem tenho conciência da enorme contribuição que ele deu para a física principalmente na área da eletricidade, e fico a me perguntar se tal gênio iria se preoculpar em assumir a autoria de tal demonstração de poder de destruição apenas por mera vaidade sem se preoculpar em passar para gerações futuras possíveis atribuições benéficas para o seu engenho!

cems30 em 27 de maio de 2008 às 14h48

Parabenizo ao Paulo por suas considerações,porém,acredito que uma força não humana agiu sobre aquela região,aliás,talvez a mesma que esteve presente em Gizé,também uma planície,milhares de anos antes.
Com certeza já ouviram senão leram sobre:"Seriam os Deuses Astronautas?"

Henrique em 29 de maio de 2008 às 03h44

CREIO QUE BREVE SABEREMOS DELES PRÓPRIOS O OCORRIDO NAQUELA REGIAO ALGO QUE CREIO EU ALGUNS DE NÓS JA SAIBAM,QUE NAO DIVULGAM POR PURA IGNORANCIA.

edgar roberto em 31 de maio de 2008 às 02h34

poxa eu tentei ler e entender TUNGUSKA sou sra. de 61 anos e
adoro astronomia não sei falar do assunto mas, eu gosto gosssssto mesmo de ler e ver as belezas e as catastrofes do comos
mas, nao aguentei ri muito . já pensou ó gajo se tivessem 3 pastorinhos? é hilário gostei muito ABRAÇO AO SR. PAULO

antonia em 2 de junho de 2008 às 04h17

Sem querer polemizar e sem ter uma teoria que explica ou ser adepto de qualquer uma delas; uma coisa é certa, como Físico posso dizer: uma explosão não causaria um 'alinhamento' destas árvores. Uma explosão de qualquer tipo que seja, se propaga a partir do centro em todas as direções. É curioso ver este alinhamento como se fosse spins que adotam este comportamento na presença de um campo eletro-magnético.

Alexandre em 5 de junho de 2008 às 05h15

Sugiro que pesquisem sobre Nicola Tesla e o raio da morte...
Talvez possa parecer muito mais confuso!!!

Patrix em 6 de junho de 2008 às 13h09

Terá sido o Estaline que deu um peido?

os em 6 de junho de 2008 às 15h15

não sei se ajuda muito mostrar aqui somente o que todas as pessoas sabem, sem acrescentar nada de plausível. de um modo geral, essa história é exemplo para muitas teorias quanto a presenças alienígenas na Terra ou quanto a conspirações internacionais. é um mito. eu esperava ler mais do que já sabia. e não apenas alimentar a fantasia de algo que tenha acontecido lá... mas enfim, li porque tive tempo pra isso! ngm me obrigou...

Dai em 6 de junho de 2008 às 22h17

teve um aí que falou que se esse estrago tivesse sido feito pela experiencia do nikola tesla a russia teria usado essa arma a seu favor. mas que falta de conhecimento, esse cientista morava e trabalhava nos eua :P não se engane pelo nome, ele era eslavo (acho que ucraniano) e ja estava nos eua a muito tempo trabalhando lá. inclusive isso aumenta mais o tamanho da proeza, a experiencia do raio da morte estava sendo feita no lab dele nos eua e ele queria mandar um sinal para alguém no polo norte, a idéia é de que o raio foi mais longe e "acertou o lugar errado", eu acredito na idéia do tesla, ele era realmente um genio, a altura de einstein (que pela sua física possibilitou a bomba atomica) e até questionava a teoria da relatividade, era opositor mesmo. e também nao assusta que algo desse tamanho tenha sido feito por ele, ele costumava dizer que poderia partir a terra ao meio com uma tecnologia dele (acho que algo relacionado a ondas). isso ae li na net, tem bastante coisa sobre essa "lenda" da ciência

Fred em 7 de junho de 2008 às 14h02

Ninguém achou fragmento de qualquer coisa que poderia ter caído, aterrissado ou algo do genero.

Mas agora.... alguém já leu a teoria de Nicola Tesla??? Ele diz ser o responsável pelo evento...

Amaral em 15 de junho de 2008 às 02h37

Ainda acham que estamos sós...

Dísney Ferreira em 16 de junho de 2008 às 00h54

Pelos traços alinhados das árvores numa única direção como mostra a foto e do que relataram sobre uma explosão na aquela área tudo indica que o objeto que causou grande desvastação naquele território foi uma nave desconhecida altamente com avanço tecnológico,que passou por ali se inclinou em uma única direção e ativou seus propunsores que causou a explosão em direção ao espaço,deixando assim as árvores inclinadas e queimadas com a força da explosão e velocidade do objeto.

Danilo davi da silva de santana em 22 de junho de 2008 às 20h41

Olá, sou do Brasil e o mistério de Tunguska, um século após, permanece em brumas. Afinal, foi Tesla? Foi um meteoro? Ou foi o trisavô de Bin Laden? Só como curiosidade, na nossa floresta amazônica houve em 1930 uma queda de um meteoro que deixou uma cratera de 1.2 km, destruindo dezenas de km de árvores e com uma potência estimada de 2 megatons, pouco quando comparada aos 100 Mtons da Sibéria.

Antonio F. em 1 de julho de 2008 às 18h09

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