O Artista Erik Nordenankar teve uma ideia grande, propondo-se a criar o maior desenho jamais feito pelo homem, à escala planetária. Para uma tarefa tão ousada e aparentemente impossível, a técnica teria que ser muito pouco convencional.
Assim, em vez das habituais ferramentas, Erik utilizou um GPS como lápis e o próprio planeta terra como papel. Desenvolvendo um sistema autónomo de GPS, capaz de permanecer ligado semanas e gravar todos os locais por onde passou, a estratégia consistiu por elaborar um mapa com todos os locais por onde passaria o traço do desenho. De seguida, enviou a mala por DHL, percorrendo todos os locais em sequência e criando assim o retrato pretendido.
Absolutamente radical. A imagem de abertura do post é precisamente o desenho em cima do mapa mundial, onde se pode ver o percurso da mala com o GPS.
Humm.. Sinceramente não vi nada de mais...
Maior desenho à escala planetária? Traçou apenas uma rota.. um destino mas não desenhou nada efectivamente no planeta! eu não vi nada..
Um idoso (e sem o "power" do GPS!) pode até ter mais quilómetros nas pernas do que este jovem rapaz..!! Ou então a pessoa mais viajada no mundo... E os navegadores!? E quem foi à Lua não "desenhou" nada? Enfim...
Como poderia dizer o nosso amigo vasquinho.. para o Sueco: "Desenhos há muitos.. meu palerma" eheh
Bruno em 28 de maio de 2008 às 19h51
No sítio do projeto o autor fala que é somente um projeto de graduação e que foi apenas idealizado, ou seja, a mala não foi enviada para DHL. É tudo teoria. Quanto ao vídeo ele esclarece que a DHL permitiu que ele filmasse algumas de suas instalações. Só isso.
Obrigado pelos comentários, estranharia se não os houvesse :) Como disse o Daniel e o Sérgio, em adenda colocada no site do projecto, o autor esclarece a situação. Não é uma fraude, é um trabalho conceptual, como aliás algumas cenas do video, filmadas no cockpit do avião da dhl, deixavam antever. De qualquer forma os objectivos foram alcançados, em termos de exposição e buz. Bravo.
Ai! Que grandes coisas se foi embuste ou não. Aliás, a língua portuguesa é rica o suficiente para não precisar usar a palavra "fake." O rapaz cometeu um errinho de inglês com "it's" em vez de "its".
O projeto conceitual do rapaz é raro, foi bem executado, gostei e dou nota dez pela criatividade e execução do mesmo.
Afinal, a ilusão faz parte da arte. Ou não?
Maravilha! Novas técnicas de pintura a caminho, quem sabe agora dê até para grafitar o planeta, com uma caneta laser, do próprio quarto. Gostei da idéia.
josé fernando em 31 de maio de 2008 às 21h13
Ai! Que grandes coisas se foi embuste ou não. Aliás, a língua portuguesa é rica o suficiente para não precisar usar a palavra "fake." O rapaz cometeu um errinho de inglês com "it's" em vez de "its".
O projeto conceitual do rapaz é raro, foi bem executado, gostei e dou nota dez pela criatividade e execução do mesmo.
Afinal, a ilusão faz parte da arte. Ou não?
gabriela em 8 de março de 2009 às 23h40
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