O mistério da poesia

Por seven em 29 de abr de 2007 às 11h38 | 4 comentários
Enquanto houver um homem caído de bruços no passeio E um sargento que lhe volta o corpo com a ponta do pé Para ver quem é, Enquanto o sangue gorgolejar das artérias abertas E correr pelos interstícios das pedras, pressuroso e vivo como vermelhas minhocas despertas; Enquanto as crianças de olhos lívidos e redondos como luas, Órfãos de pais e mães, Andarem acossados pelas...
Automóveis Gordos - Porsche

Como podem ver, os automóveis quando não fazem o...

Circo

No circo cheio de luz Há tanto que ver!......

De quanta terra precisa um homem?

Nesse conto de Leo Tolstoy, um rico camponês chamado...

Sem pena

Quando não usava a tinta da china e a...

A pena de Maria Antónia

Uma mão segura a pena que percorre o papel;...

Um artista quase desconhecido

Tomos nós escondemos um passado que em quase nada...

Arte Urbana - A grande Ilusão

Digam lá se isto não é impressionante?...

Maugham

O romancista e dramaturgo William Somerset Maugham sempre foi...

Orgasmo em várias línguas

Por Ruy Castro Um amigo meu carioca, de passagem...

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