A que horas é o barco?

Por chloe em 29 de mar de 2008 às 23h27 | 6 comentários
Sempre gostei de estar em sítios cuja língua não entendo de todo - letras enormes que falam sozinhas em nomes de lojas, títulos de jornais, avisos públicos, sinalizações, coisas que ouço uma e outra vez na rua, na boca das pessoas, até por vezes deduzir um sentido (muitas vezes errado); gosto sobretudo de quando me deparo com uma palavra qualquer a que me afeiçoo,...
Hammershøi – Cidade irreversível

O mundo é grande, demasiado grande, mesmo...

Lista de lugares esquecidos

Quando já se está parado ou plantado...

Manuel ceguinho em cima dum burrinho

Também o dia parecia novo. O Verão...

Hammershøi – As pêras

Hanneke van Oosterhout - Natureza morta Em...

Pizza Palace, Central Park e Coisas Gerais

"Fiquei sabendo que o Steven Seagal já...

Lavado está novo

Alguém se tinha esquecido de me dizer...

Hammershøi – Do sol e outras minudências

Sei que estou em casa de outra...

Na imensidão da cidade, o mar

Eu não consigo sentir os meus pés....

Apreciando um doce e mil cheiros

O primeiro cheiro que me chega perto...

Esta rapariga precisa de se alimentar

Demorei alguns minutos a perceber que eram...

Hammershøi – Nairadom

É uma estátua com cerca de três...

O verão possível entre a andança e o meio

Havia chovido de forma fina e contumaz...

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