
A estupidez humana é incomensurável, e a cada época correspondem novos tipos de paradigmas de estupidez. Robert Musil defendia, no seu ensaio sobre a universalidade da estupidez, que esta era a qualidade mais bem partilhada do mundo, e afirmava que «Se a estupidez não se assemelhasse extraordinariamente à inteligência, se não se confundisse com o progresso, o génio, a esperança, o aperfeiçoamento, ninguém quereria...
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